quarta-feira, 17 de março de 2010
Hélio & Pastilha Elástica
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
domingo, 20 de dezembro de 2009
Merry Christmas...
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Épocas festivas
As conversas nos círculos sociais convergem sempre nas mesmas questões, nas mesmas lamentações, nas mesmas felicitações…uma rotina quasi-sagrada. A televisão enche-se de publicidades consumistas e com uma vertente emocional para a caridade dos mais fracos e oprimidos, como forma de lembrar que estes também são seres humanos, ou pelo menos que o são simplesmente na época natalícia, uma vez que durante o restante ano não se vêm campanhas a tal alto nível de agressividade – todos os dias parecem reinventar uma carência nova, fazendo quase uma pessoa se sensibilizar ao nível de entrar em depressão com os males do mundo. Não bastando esta desgraça humanitária, os telejornais focam-se na crise, ou na falta dela, bombardeando os telespectadores com números de utilização de cartões de débito e de crédito, como se nunca em outras alturas as pessoas tivessem necessidade da sua utilização, como nunca antes as pessoas se dessem a excessos, como se nunca antes existissem outros dias com especial ênfase para o consumismo. Não se lembraram eles de estudar o nível de proposta aos LDN, ou a esta nova tendência para os cartões de débito diferido com opções de pagamentos fraccionados (não fosse eu colaborar no “trabalho” de um banco para dar a sugestão…)…
Depois de todo este lufa-lufa, o Natal não é mais que mais uma banalidade onde as pessoas aproveitam para comprar objectos, na esperança de obter outros em troca, de se encontrar com familiares que ou por falta de oportunidade ou de vontade só o fazem nesta data, para comerem que nem labregos com uma desculpa para os seus excessos e principalmente para não trabalhar… Não que não me reveja em algumas destas características, especialmente na do não trabalhar, mas…
Enfim, desabafo à parte…eis o que me leva a publicar mais um post: RAMBÓIA!!
Ansiosa para a festa dos verdadeiros excessos, do convívio e da pura da loucura: a passagem de ano! Amigos 2gether e lá vamos nós embarcar rumo a um novo ano…
Podeis roerem-se de inveja, o maior Veleiro privado Português: Príncipe Perfeito!
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Me, myself and I!
Depois de muito tempo a esticar e esticar e esticar… Graças a uma cabeleireira muito curiosa e paciente, ao contrário da sua cliente. Um obrigada a ela, foi difícil de aturar a impaciência, acreditem!
E depois de muitos pedidos, aqui estou eu de cabelo esticado… a revelação do ano!


domingo, 6 de dezembro de 2009
Escândalos - manobras de diversão.

Estar envolvido num escândalo é grave; estar metido em vários é uma garantia de segurança
7:10 Quinta-feira, 26 de Nov de 2009
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
"EU CONHEÇO UM PAÍS..."
Nicolau Santos,
Director - adjunto do Jornal Expresso,
In Revista "Exportar"
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Magic Magic
Um obrigada a quem proporciona estes post's!! Tás aqui dentro pah! ;)
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Fresh Fish
Vejam só o ar apetitoso dos petiscos:
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
The fun theory
Ver para crer:
Um muito obrigada à minha investigadora particular!
domingo, 22 de novembro de 2009
A gripe A
Depois das vacas andarem loucas, da brucelose e da gripe das Aves (será que me esqueci de algum outro flagelo?!), chegou o flagelo da Gripe Porcina – ou gripe A.
As pessoas andam preocupadas com este novo flagelo, evitam locais com aglomerados populacionais e tomam-se algumas precauções para não serem contagiadas. Os órgãos de comunicação social ajudam a fomentar o pânico. Enquanto isso as empresas de especializadas em produtos de higiene aproveitam para estimular o negócio e aproveitam para subir os preços de alguns produto-alvo.
Com os outros flagelos não podíamos alimentarmo-nos de alguns produtos, com este deixamos de puder socializar… É o evoluir da sociedade, onde mais uma vez os meios electrónicos dão lugar ao contacto físico e pessoal das pessoas…
Por enquanto salvam-se os legumes e vegetais…aproveitem enquanto é tempo.
Mãe, já almoçei!
Pois é, este post é para ti… Aqui vai o meu almoço:
Aproveito também para mostrar como sou uma pessoa arrumada…não gosto nada de ver as coisas fora do sitio… :)
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Gaijas, tenhais cuidado com vossos gaijos
Para combater as conhecidas macumbas praticados por alguns seres humanos mais desesperados e inseguros, uma marca de cerveja teve a brilhante ideia de promover o seu produto desta forma mais que original:
Idolos - Programa de promoção de talentos vocais, ou cómicos?
Não há dúvida que o programa promove ao longo das diferentes fases os melhores cantores, no entanto a forma como os júris executam as suas tarefas e o facto de o programa ser transmitido desde a primeira fase de selecção, faz com que a fidelização dos telespectadores não seja para ouvir simplesmente as belas vozes que se perdem pelos desconhecidos, mas também pelos verdadeiros desastres da natureza que, convencidos do seu talento, se atrevem a ir a programas desta natureza, especificamente este programa.
Não sei se esta característica tão peculiar foi alguma vez estudada pelos departamentos de marketing e estratégia das empresas de entretenimento televisivo – com certeza que sim -, mas a verdade é que resulta.
Para finalizar, vejamos mais um exemplo de um candidato com poucas apetências vocais, mas com muitas de entertainer (e dançarino, upa upa!):
I gotta a feeling...
Numa acção promocional desta música, aquando da sua actuação no programa da Oprah, a banda consegui fazer a maior acção de flash mob que alguma vez se teve conhecimento. Um grupo de 800 dançarinos e fãs aprenderam a coreografia e ensinaram para mais de 20.000 pessoas. O efeito é simplesmente tremendo…
Assintam ao vídeo e arrepiem-se… Em duas palavras diria: BRU_TAL! ;)
http://blackeyedpeas.dipdive.com/#/~/videoplayer/0/undefined/76361/~/
domingo, 15 de novembro de 2009
Quem inventou o telefone e porquê?

Bell patenteou o seu telefone nos Estados Unidos no início de 1876, mas esta patente foi repetidamente contestada por mais de um reivindicador para a honra e recompensa de ser o inventor do original telefone.
Antonio Meucci, um emigrante italiano, arquivou em 1871 um requerimento no Gabinete de Patentes dos Estados Unidos, e tentou convencer o Sr. Grant, presidente da Companhia Telegráfica de Nova Iorque, a experimentar o instrumento. No entanto, Meucci sofreu um ferimento no seguimento de uma explosão a bordo de um barco que retardou a sua experiencia e o impossibilitou de terminar a sua patente. O instrumento experimental de Meucci foi exibido na exposição de Filadélfia em 1884, captando muitas atenções, no entanto o modelo demonstrado continuava incompleto.
Porém, devido a dificuldades financeiras, Meucci apenas conseguiu pagar a patente provisória da sua invenção, acabando por vender o protótipo do telefone a Alexander Graham Bell. Em 1876, este patenteou a invenção como sua. Meucci processou-o, no entanto acabou por falecer durante o julgamento e o caso foi encerrado.
Assim, Bell foi considerado durante muitos anos como inventor do telefone, no entanto em 2002 no Congresso dos Estados Unidos foi aprovada uma resolução na qual se reconheceu que o inventor do telefone foi, na realidade, Antonio Meucci e não Alexander Graham Bell.
O telefone foi inventado como meio de comunicação, dado que a única forma de comunicação existente na altura era o telégrafo. Este meio de comunicação revolucionou e continua a revolucionar a vida das pessoas, primeiramente pelo seu impacto inicial e nos dias de hoje pela inovação tecnológica que permite mais formas de comunicação com um simples e reduzido telefone.
Porquê que as folhas das árvores mudam de cor nas estações?

No entanto, as cores amarelas e vermelhas das folhas durante as estações com menos raios solares são derivadas da recessão de produção de clorofila nas folhas, fazendo com que elas se desintegrem dando lugar a outros pigmentos.
sábado, 14 de novembro de 2009
Retrospectiva

O semestre recomeçou depois de umas semi-férias preocupadas com o tema da tese e toda a carga psicológica que a envolve. Entre workshops, leituras intermináveis de papers e um ou outro encontro vago e vazio encontro com o orientador, o semestre foi avançando, sem grandes progressos e com uma sensação de frustração crescente. O tema da tese foi decidido com alguma antecedência baseado mais na escolha do orientador, do que no interesse do assunto a estudar em si. Nem sabia o que me esperava…










